Como Começar a Juntar Dinheiro Mesmo Ganhando Pouco: O Desafio Que Pode Mudar Sua Vida Financeira

Descubra maneiras simples de começar a juntar dinheiro, conheça a tabela dos depósitos e veja como guardar e investir seus primeiros reais pode transformar sua vida financeira.

Por: Carlo Frederico Leite

8/31/202613 min read

tabela do desafio dos R$ 5.050 do 0 ao 100.
tabela do desafio dos R$ 5.050 do 0 ao 100.

Como Começar a Juntar Dinheiro Mesmo Ganhando Pouco: O Desafio Que Pode Mudar Sua Vida Financeira

Descubra maneiras simples de começar a juntar dinheiro, conheça a tabela dos depósitos e veja como guardar e investir seus primeiros reais pode transformar sua vida financeira.

Talvez você esteja esperando sobrar dinheiro para começar

Eu quero começar este artigo com uma provocação.

Quantas vezes você já disse para si mesmo:

"Quando eu ganhar mais, eu começo a guardar."

Eu já ouvi essa frase muitas vezes.

E, sinceramente, durante muito tempo ela parece fazer sentido.

A pessoa olha para o salário, paga aluguel, energia, internet, alimentação, transporte, cartão de crédito e mais uma quantidade de pequenas despesas que aparecem todos os meses.

Quando chega ao final, não sobrou nada.

Então ela conclui:

"Eu não consigo juntar dinheiro."

Mas talvez exista um problema nessa conclusão.

Talvez você não esteja precisando esperar ganhar mais para começar.

Talvez precise começar para aprender a guardar.

Parece uma diferença pequena.

Não é.

Porque juntar dinheiro é muito mais parecido com construir um hábito do que com esperar acontecer um milagre no orçamento.

E é justamente por isso que algumas estratégias simples podem funcionar tão bem.

Uma delas ficou bastante conhecida justamente porque transforma o ato de guardar dinheiro em uma espécie de desafio.

Estou falando da tabela de depósitos.

A ideia é simples: você escolhe um número e transforma aquele número dinheiro guardado

Imagine uma tabela numerada de 1 a 100.

Você começa pelo valor que estiver ao seu alcance.

Pode guardar R$ 1.

Depois R$ 2.

Depois R$ 3.

E assim por diante.

Quando completar todos os números de 1 a 100, você terá acumulado R$ 5.050.

Não existe mágica nessa conta.

É apenas a soma dos valores de 1 até 100.

Mas existe algo muito interessante por trás dela.

Você transformou uma meta que parecia distante em pequenas decisões.

Em vez de pensar:

"Preciso juntar R$ 5.000."

Você pensa:

"Hoje eu preciso guardar R$ 37."

A sensação é completamente diferente.

A primeira frase pode parecer pesada.

A segunda parece possível.

E quando uma meta parece possível, fica muito mais fácil começar.

É aqui que eu gostaria que você prestasse atenção

O grande valor dessa tabela não está apenas nos R$ 5.050.

Está no comportamento que ela pode criar.

Você começa a acompanhar.

Começa a marcar os valores.

Começa a perceber que o dinheiro está crescendo.

E cada valor preenchido representa uma pequena vitória.

Isso muda a relação psicológica com o ato de guardar.

Em vez de simplesmente tirar dinheiro da conta e esquecer, você começa a acompanhar a construção de alguma coisa.

É quase como assistir a uma parede sendo construída tijolo por tijolo.

Um tijolo parece pouco.

Cem tijolos já são outra história.

E se R$ 100 parecer pouco para você?

Então existe uma versão muito mais ambiciosa.

Imagine uma tabela de 1 a 500.

Você começa com R$ 1 e termina com R$ 500.

Quando completar todos os valores, terá acumulado:

R$ 125.250.

É uma quantia impressionante.

Mas existe uma observação fundamental.

Não estou dizendo que você precisa tentar guardar R$ 125 mil.

Muito menos que alguém com renda apertada deve começar imediatamente pelo desafio de 1 a 500.

A graça da estratégia é justamente poder adaptar.

Você pode fazer uma tabela de 1 a 50.

De 1 a 100.

De 1 a 200.

Pode criar uma tabela semanal.

Pode fazer uma tabela mensal.

Pode estabelecer um valor máximo que não comprometa suas despesas essenciais.

O objetivo não é vencer uma competição.

O objetivo é criar o hábito de acumular dinheiro.

Uma tabela não precisa mandar na sua vida

Isso é importante.

Se chegou o número 87 e naquele mês você não consegue guardar R$ 87, não significa que fracassou.

Guarde R$ 20.

Ou R$ 30.

Ou pule aquele valor e volte depois.

A tabela deve trabalhar a seu favor.

Não virar mais uma fonte de ansiedade.

A vida financeira real não funciona em linha reta.

Tem mês que aparece uma despesa inesperada.

Tem mês que a renda diminui.

Tem mês que o carro dá problema.

Tem mês que aparece uma conta que você não estava esperando.

Por isso, disciplina não significa fazer tudo perfeitamente.

Significa continuar.

E existe uma coisa ainda melhor: você pode criar sua própria tabela

Essa é uma das partes que mais gosto nessa estratégia.

Você não precisa copiar exatamente a tabela de outra pessoa.

Pode criar uma que combine com sua realidade.

Se R$ 100 é uma meta distante, comece com uma tabela menor.

Se você recebe semanalmente, pode fazer depósitos semanais.

Se sua renda varia, pode usar os números como referência e escolher o valor que cabe naquele momento.

Se recebe dinheiro extra, pode aproveitar uma parte para avançar algumas casas da tabela.

A regra mais importante poderia ser resumida assim:

a tabela precisa desafiar você sem destruir seu orçamento.

Porque não existe vantagem em guardar R$ 500 hoje e precisar entrar no cartão de crédito amanhã para pagar uma conta básica.

Isso não é organização.

É apenas trocar uma conta por outra.

O dinheiro que você juntou não precisa ficar parado

Depois que você começa a juntar dinheiro, surge uma segunda pergunta:

Onde colocar esse dinheiro?

Aqui entramos em uma etapa importante.

Guardar e investir não são exatamente a mesma coisa.

Guardar é separar dinheiro para não gastá-lo.

Investir é colocar esse dinheiro em uma aplicação com o objetivo de obter uma remuneração ao longo do tempo.

O próprio material de educação financeira do governo destaca essa diferença:

poupar ajuda a acumular recursos, enquanto investir busca fazer o dinheiro poupado crescer. (Serviços e Informações do Brasil)

E isso abre algumas possibilidades.

Você pode começar de maneira extremamente simples e, conforme seu conhecimento aumenta, conhecer outras alternativas.

Poupança: simples, conhecida e fácil de entender

A caderneta de poupança continua sendo uma das opções mais conhecidas pelos brasileiros.

Ela tem uma característica interessante para quem está começando: simplicidade.

Você deposita dinheiro e ele permanece separado para um objetivo.

A remuneração da poupança segue regras definidas pela legislação e está relacionada à Taxa Selic (taxa básica de juros da economia brasileira) e à TR (Taxa Referencial). Quando a meta da Selic está acima de 8,5% ao ano, a regra prevê remuneração adicional de 0,5% ao mês mais a TR. (Banco Central do Brasil)

Isso não significa que seja automaticamente a melhor opção para todos.

Significa apenas que é uma alternativa que muitas pessoas conseguem compreender facilmente.

E, para quem está dando os primeiros passos, entender onde o dinheiro está é muito importante.

CDB: outra alternativa para quem quer começar a investir

O CDB (Certificado de Depósito Bancário) é um título de renda fixa emitido por instituições financeiras.

Em termos simples, quando você investe em um CDB, está emprestando dinheiro para a instituição, que se compromete a devolver o valor aplicado acrescido da remuneração combinada. (Serviços e Informações do Brasil)

Alguns CDBs oferecem remuneração relacionada ao CDI (Certificado de Depósito Interbancário), que é uma referência muito utilizada no mercado de renda fixa.

Existem CDBs com diferentes prazos, taxas e condições de resgate.

Por isso, não basta olhar apenas para a porcentagem apresentada.

É preciso observar:

quanto rende;

quando você pode retirar;

quais impostos incidem;

se existe liquidez diária;

e quais são as condições do produto.

A facilidade de encontrar CDBs em aplicativos bancários fez com que esse tipo de investimento ficasse bastante acessível.

Mas facilidade não significa que você deva aplicar sem entender.

Tesouro Direto: quando você começa a olhar além do banco

Outra possibilidade é o Tesouro Direto, programa que permite ao investidor comprar títulos públicos federais pela internet.

Nesse caso, o dinheiro é aplicado em títulos emitidos pelo Governo Federal.

Existem diferentes títulos, com características e objetivos diferentes.

O Tesouro Selic, por exemplo, acompanha a taxa Selic e costuma ser estudado por investidores que buscam uma alternativa de renda fixa para determinados objetivos de curto prazo e reserva, sempre observando as condições do título e a necessidade de liquidez. (Serviços e Informações do Brasil)

Mais uma vez, não existe uma aplicação universalmente perfeita.

Existe aquela que faz sentido para determinado objetivo, prazo e perfil.

E essa é uma das primeiras coisas que você aprende quando começa a estudar investimentos de verdade.

E os "cofrinhos" dos bancos digitais?

Aqui chegamos a uma ferramenta que pode ser especialmente interessante para quem tem dificuldade de separar dinheiro.

Muitos bancos digitais oferecem espaços dentro do próprio aplicativo para separar valores por objetivos.

Você pode criar algo como:

"Minha reserva."

"Minha viagem."

"Meu computador."

"Meu curso."

"Meu primeiro investimento."

A grande vantagem comportamental é simples.

O dinheiro deixa de ficar misturado com aquele saldo que você olha todos os dias para pagar contas e fazer compras.

Ele passa a ter um nome.

E quando o dinheiro tem um nome, fica mais difícil tratá-lo como dinheiro disponível.

Alguns desses recursos também oferecem remuneração sobre o saldo, dependendo do produto escolhido e das condições oferecidas pela instituição.

Nesse caso, você tem uma combinação interessante:

o hábito de separar dinheiro + o rendimento da aplicação.

Mas atenção: "cofrinho" é apenas uma forma de organizar dentro do aplicativo. O que realmente determina o rendimento, a liquidez, os impostos e a proteção é o produto financeiro que está por trás daquele recurso.

Por isso, sempre vale abrir os detalhes antes de colocar dinheiro.

A diferença entre deixar dinheiro parado e fazer o dinheiro trabalhar

Imagine que você conseguiu juntar R$ 1.000.

Se esse dinheiro ficar simplesmente parado, você terá os mesmos R$ 1.000 em termos nominais.

Se estiver em uma aplicação que remunera, o saldo poderá crescer com o tempo.

É aí que começa uma mudança importante na cabeça de quem está aprendendo a cuidar do dinheiro.

Você deixa de pensar apenas:

"Quanto eu consigo guardar?"

E começa a pensar:

"Quanto consigo guardar e como posso fazer esse dinheiro crescer?"

Essa segunda pergunta aparece naturalmente depois da primeira.

Mas existe uma ordem que considero muito importante.

Primeiro, aprenda a guardar. Depois, aprenda a investir melhor.

Não adianta conhecer dezenas de investimentos se você não consegue manter dinheiro separado.

O primeiro investimento talvez seja simplesmente provar para você mesmo que consegue

Essa é uma parte que considero especialmente importante.

Muita gente pensa que investir começa quando coloca R$ 10 mil em uma aplicação.

Eu discordo.

Para algumas pessoas, o primeiro investimento pode ser R$ 10.

Pode ser R$ 20.

Pode ser R$ 50.

Não pelo rendimento financeiro.

Pelo hábito.

Porque existe uma diferença enorme entre alguém que nunca conseguiu guardar dinheiro e alguém que conseguiu separar R$ 20 todos os meses durante um ano.

O segundo indivíduo começou a construir uma identidade diferente.

Ele passou a se enxergar como alguém capaz de guardar.

E isso pode ser muito mais poderoso do que parece.

Afinal, quando você consegue repetir uma pequena atitude durante meses, começa a acreditar que também consegue repetir uma atitude maior.

Faça a tabela trabalhar a seu favor

Se você quiser experimentar o desafio, eu faria de uma maneira simples.

Pegue a tabela que será ilustrada aqui no artigo.

Escolha uma meta.

Não precisa começar com R$ 5.050.

Pode começar com uma tabela pequena.

Depois determine onde o dinheiro será colocado.

Pode ser uma conta separada.

Uma poupança.

Um CDB adequado ao seu objetivo.

Um investimento no Tesouro Direto.

Ou algum recurso de organização financeira oferecido pelo seu banco, desde que você entenda qual produto está por trás.

Depois estabeleça uma regra.

O dinheiro que entrou na tabela não volta para a conta de gastos.

Essa regra é poderosa.

Porque se você começa a retirar toda vez que aparece uma vontade de comprar alguma coisa, o desafio perde sua função.

O dinheiro precisa ganhar um propósito.

E se eu não conseguir cumprir todos os valores?

Não acontece nada.

Volte.

Adapte.

Continue.

Imagine que você chegou ao número 63 e percebeu que aquele mês foi difícil.

Não transforme isso em:

"Eu nunca consigo guardar dinheiro."

Transforme em:

"Esse mês foi difícil. Vou continuar."

Essa mudança de pensamento é fundamental.

Porque juntar dinheiro não é uma prova de perfeição.

É uma construção.

Um mês ruim não apaga os meses bons.

Uma retirada emergencial não apaga todo o esforço anterior.

Uma falha não precisa virar desistência.

O segredo não é começar grande. É começar possível

Talvez você esteja lendo este artigo e pensando:

"Eu não tenho dinheiro para fazer isso."

Então comece menor.

R$ 1.

R$ 5.

R$ 10.

R$ 20.

O valor inicial é menos importante do que a capacidade de repetir.

A educação financeira oficial também reforça essa ideia de regularidade: para construir uma reserva, estratégias como automatizar transferências, guardar valores extras e separar o dinheiro da conta de uso cotidiano podem ajudar. (Caixa Econômica Federal)

Isso significa que o objetivo não deve ser impressionar ninguém.

Você não precisa publicar no Instagram quanto conseguiu guardar.

Não precisa contar para seus amigos.

Não precisa fazer um desafio de R$ 500 porque alguém na internet fez.

Seu desafio precisa caber na sua vida.

Porque é muito melhor guardar R$ 30 todos os meses durante um ano do que guardar R$ 500 uma única vez e abandonar tudo depois.

E talvez você descubra que juntar dinheiro é mais fácil do que imaginava

No começo, você pode sentir que está sacrificando alguma coisa.

Depois de algum tempo, talvez perceba outra coisa.

Você começa a sentir satisfação em ver o saldo crescendo.

Aquela compra que antes parecia irresistível começa a ser comparada com o dinheiro que você já acumulou.

Você começa a pensar duas vezes.

"Eu realmente quero gastar R$ 80 nisso?"

"Se eu não gastar, consigo avançar mais uma casa na tabela."

Parece uma mudança pequena.

Mas é exatamente assim que os hábitos financeiros começam a mudar.

Você deixa de pensar apenas no prazer de gastar agora.

Começa a experimentar o prazer de construir alguma coisa para depois.

R$ 5.050 pode parecer distante. Até você começar

Vamos voltar para a tabela.

R$ 1.

R$ 2.

R$ 3.

R$ 4.

Parece insignificante.

Mas continue.

Quando chegar ao final dos 100 depósitos, terá acumulado R$ 5.050.

E aí você percebe uma coisa interessante.

Nenhum depósito individual foi responsável por construir aquele valor.

Foi a soma.

É uma metáfora perfeita para a vida financeira.

Grandes patrimônios podem começar com pequenos valores.

Grandes reservas podem começar com pouco.

Grandes mudanças podem começar com uma decisão aparentemente insignificante.

O dinheiro cresce quando existe consistência.

E, quando o dinheiro passa a render, existe ainda outro componente entrando na história: os juros.

O dinheiro começa a trabalhar enquanto você continua trabalhando

Essa é a parte que costuma despertar o interesse de quem está começando.

Imagine que você conseguiu juntar seus primeiros R$ 5.050.

Agora existe um patrimônio.

Se esse dinheiro estiver em uma aplicação adequada ao seu objetivo e que ofereça remuneração, ele pode gerar novos rendimentos.

Você continua fazendo seus aportes.

A aplicação continua remunerando.

E, com o passar do tempo, os próprios rendimentos podem começar a gerar novos rendimentos.

É o princípio dos juros compostos.

Não existe promessa de enriquecimento rápido aqui.

Na verdade, é justamente o contrário.

O efeito dos juros compostos costuma ficar mais interessante com tempo e consistência.

Por isso, começar cedo pode ser tão importante.

Não transforme o desafio em uma dívida

Existe uma última recomendação que considero essencial.

Nunca use cartão de crédito, cheque especial ou empréstimo para conseguir cumprir uma tabela de economia.

Se você precisa pegar dinheiro emprestado para guardar dinheiro, alguma coisa está errada na estratégia.

Primeiro cuide das dívidas caras.

Depois construa sua reserva.

Então comece a investir de maneira consciente.

Não faz sentido ganhar algum rendimento em uma aplicação enquanto mantém uma dívida com juros muito maiores.

Organização financeira começa pelo equilíbrio.

O seu primeiro objetivo não precisa ser ficar rico

Pode ser simplesmente terminar o mês com dinheiro guardado.

Depois juntar R$ 500.

Depois R$ 1.000.

Depois R$ 5.000.

Depois construir uma reserva de emergência.

Depois começar a investir para outros objetivos.

A vida financeira pode ser construída em etapas.

Você não precisa pular diretamente para a última.

E talvez seja justamente essa visão que torne o processo possível.

Porque quando alguém olha para R$ 125 mil, pode pensar:

"Isso é impossível para mim."

Mas quando olha para o primeiro R$ 1, a história muda.

O primeiro real não resolve sua vida.

Mas ele prova uma coisa:

você começou.

E quem começa pode continuar.

Agora é com você

Neste artigo, a ideia não era simplesmente apresentar uma tabela.

Era mostrar que existe uma diferença enorme entre pensar em juntar dinheiro e criar uma forma concreta de começar.

A tabela de 1 a 100 pode levar você a R$ 5.050 em aportes.

Uma tabela de 1 a 500 chega a R$ 125.250.

Mas você não precisa começar por nenhuma delas.

Crie a sua.

Escolha valores que façam sentido.

Marque cada depósito.

Separe o dinheiro.

Dê um nome ao seu objetivo.

E, quando acumular os primeiros valores, comece a estudar onde esse dinheiro pode ficar melhor aplicado de acordo com seu objetivo, prazo, liquidez e perfil.

Poupança, CDB, Tesouro Direto e outras alternativas existem para objetivos diferentes.

Não existe necessidade de escolher tudo hoje.

Primeiro construa o hábito.

Depois aumente o conhecimento.

E então deixe o dinheiro começar a trabalhar junto com você.

Porque talvez a maior mudança não aconteça quando você chegar aos R$ 5.050.

Ela aconteça no primeiro dia em que você olhar para aquele pequeno valor separado e perceber:

"Eu consigo guardar dinheiro."

A partir daí, você não está mais apenas juntando reais.

Está construindo uma nova relação com o seu próprio dinheiro.

E isso pode valer muito mais do que o valor que aparece na tabela.

imagem da palavra atenção por favor.
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imagem de dinheiro brasileiro representando a poupança.
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imagem de um rapaz guardando seu dinheiro para um futuro melhor.
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imagem de um casal conversando sobre finanças pessoais.
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imagem ilustra uma pessoa sem dinheiro com os bolsos vazios.
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imagem da palavra agora é com você.
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